Jul
Forlán é o cara
Se a Copa do Mundo terminou com seleções européias nas três primeiras colocações, ao menos o posto de craque da Copa ficou com um rapaz latino americano: Diego Forlán.
Só que ele, ao contrário do rapaz cantado por Belchior, tem sim parentes importantes: o ídolo sãopaulino Pablo Forlán, seu pai, que brilhou pelos lados do Morumbi na década de 70.
A escolha foi justa e extremamente merecida. Afinal, Forlán filho carregou a Celeste nas costas e recolocou o país, bi-campeão do mundo, no cenário do futebol mundial. Quem, além de nós que sempre cruzamos com eles em Copa América e Eliminatórias, lembrava da existência do Uruguai?
Nessa Copa de 2010, quando a Celeste era dada por vencida durante as partidas, Forlán chamava o jogo e, de perna esquerda, perna direita, de voleio ou de cabeça, recolocava o Uruguai na competição.
Corre na imprensa que David Villa, artilheiro máximo dessa chata Espanha, campeã do mundo com o pior ataque da história das Copas – apenas 8 gols – teria ficado melindrado com a coroação do uruguaio. A questão é que nem Villa, nem Iniesta ou Xavi conseguiriam, sozinhos, fazer pelo time do Uruguai o que Diego Forlán fez.
A escolha ainda premia uma temporada sensacional do jogador, que foi fundamental na conquista da Copa da UEFA pelo Atletico de Madrid, marcando os 2 gols de sua equipe na final contra o Fulham. Para quem não viu:






